A Bahia não se usa dizer papai ou mamãe, diz-se “meu pai”, “minha mãe” e, o que é mais especial, diz-se “mãinha” em vez de “mãezinha” e “painho” em vez de paizinho. Certos termos se tornaram populares por meio das músicas baianas difundidas por todo o Brasil. Em muitas ocasiões cantamos canções e repetimos suas letras sem saber muito bem seu significado. Algumas palavras são de origem iorubá, língua de boa parte dos africanos que vieram para o Brasil; outras, de uso corriqueiro, designam objetos, ações ou cumprimentos.
Expressões baianas
Abadá = blusão de origem africana usado no Carnaval
Abafa-banca = picolé caseiro com sabor de suco de frutas
Abusar = aborrecer, encher a paciência
Arengueiro = aquele que causa confusão com freqüência, fofoqueiro
Arerê = festa, agitação
Arroz-doce = “arroz de festa”, aquele que vai a todas as festas
Avexado = apressado
Axé = energia vital, força sagrada dos orixás ou objeto em que se fixa essa energia; cumprimento que exprime votos de felicidade
Banana-mole = lento, lerdo
Boiar = ficar cansado
Borimbora = vamos embora
Bozó = despacho de macumba
Cacetinho = pão francês
Dar espeto = dar calote
Dar um cheiro = beijar
Empesteado = superlotado
Estar de calundú = estar zangado
Fatia-de-parida = rabanada
Ilê = casa, moradia
Madorna = soneca
Mangar = caçoar
Merenda = lanche
Meu bom, meu rei = meu chapa, amigão
Muzenza = filhos-de-santo dos candomblés de nação angola
Oxê, oxente = expressão de surpresa ou admiração
Perainda = espere mais um pouco
Pipoca = folião que não tem o abadá e permanece no circuito carnavalesco sem acompanhar um trio elétrico
Porreta = muito legal, especial
Se abrir = se oferecer
Virado no cão = muito irritado
Zoada = barulho
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