A morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, foi confirmada na noite de sábado (28), no horário de Brasília, e madrugada deste domingo (1º) em Teerã. A agência estatal Fars News Agency publicou que “o líder supremo da Revolução foi martirizado”. O comunicado classificou a ofensiva como um “ataque brutal”, acusou os governos dos Estados Unidos e de Israel e afirmou que os “autores e mandantes” irão se arrepender.
As Guardas Revolucionárias Iranianas também lamentaram a morte. O governo iraniano decretou 40 dias de luto nacional e sete dias de feriado geral.
Transição de poder
De forma temporária, o presidente iraniano, o chefe do Judiciário e um jurista do Conselho dos Guardiões assumem a liderança até a escolha do novo líder pela Assembleia de Especialistas, conforme prevê a Constituição do país.
Trump antecipou anúncio
O presidente dos EUA, Donald Trump, foi o primeiro a divulgar a morte. Ele afirmou que Khamenei não conseguiu escapar dos sistemas de rastreamento e declarou que os bombardeios contra o Irã vão continuar para alcançar “paz no Oriente Médio”.
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