O ministro da Casa Civil, Rui Costa, elevou o tom contra o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), ao comentar a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República em 2026. Para Rui, o movimento deixou a direita mais exposta e forçou a oposição baiana a assumir, de forma clara, de que lado pretende estar no cenário nacional.
Em entrevista nesta segunda-feira (15), durante agenda em Salvador, o ministro afirmou que o discurso de neutralidade da oposição tende a se tornar insustentável. Segundo ele, ACM Neto não conseguirá manter uma postura indefinida diante do avanço do bolsonarismo, que, na avaliação do governo, passou a se apresentar de maneira mais explícita.
Rui também criticou o silêncio de lideranças do União Brasil em momentos de crise envolvendo a família Bolsonaro e acusou a oposição de torcer pelo fracasso do governo Lula. Em contraponto, destacou resultados positivos da atual gestão, como a redução da inflação, queda no preço da cesta básica, geração de empregos e avanços em programas sociais.
A fala reforçou o embate político antecipado na Bahia e indicou que o debate eleitoral deve ganhar um tom mais direto e ideológico nos próximos meses.
Bahia Justiça revoga liminar e mantém ordem oficial dos blocos na Barra-Ondina
Política Presidente Lula estará no Campo Grande, em Salvador, mas não será recebido pelo prefeito Bruno Reis
Bahia Portais de Abordagem retêm mais de 1.400 itens no 2º dia de Carnaval em Salvador
Cultura Justiça determina que Bloco Crocodilo volte a abrir desfiles no Barra-Ondina
Bahia Carnaval 2026 começa com queda de 46% nos roubos na Bahia
Cultura Plantão Integrado mobiliza 200 profissionais e amplia proteção no Carnaval 2026
Mín. 24° Máx. 27°
Mín. 26° Máx. 27°
Chuvas esparsasMín. 26° Máx. 27°
Chuvas esparsas
Politicando Dai de Leo de Neco, a prefeita de Gandu que encantou Lula, foi aplaudida de pé e ganhou a atenção do Brasil
Marcelo Dutra Quando a conta não fecha. O futuro das festas juninas na Bahia diante dos custos estratosféricos
Emanuel Ribeiro Filho Avaliar para evoluir: por que aprender com os erros é essencial para uma gestão pública com resultados